domingo, 27 de maio de 2012

Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia

Leitura da Primeira Carta de São Pedro . (1,3-9)

Ano B – Dia: 28/05/2012
Pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,
ele nos fez nascer de novo para uma esperança viva.
Leitura da Primeira Carta de São Pedro 1,3-9
3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Em sua grande misericórdia,
pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,
ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva,

4para uma herança incorruptível,
que não se mancha nem murcha,
e que é reservada para vós nos céus.

5Graças à fé, e pelo poder de Deus,
vós fostes guardados para a salvação
que deve manifestar-se nos últimos tempos.

6Isto é motivo de alegria para vós, embora seja
necessário que agora fiqueis por algum tempo aflitos,
por causa de várias provações.

7Deste modo, a vossa fé será provada como sendo
verdadeira – mais preciosa que o ouro perecível,
que é provado no fogo -
e alcançará louvor, honra e glória
no dia da manifestação de Jesus Cristo.

8Sem ter visto o Senhor, vós o amais.
Sem o ver ainda, nele acreditais.
Isso será para vós fonte de alegria indizível e
gloriosa,

9pois obtereis aquilo em que acreditais:
a vossa salvação.

Palavra do Senhor.



São Germano de Paris 

 

28 de maio

Nascer e prosseguir vivendo não foram tarefas fáceis para Germano. Ele veio ao mundo na cidade de Autun, França, no ano 496. Diz a tradição que sua mãe não o desejava, por isso tentou abortá-lo, mas não conseguiu. Quando o menino atingiu a infância, ela atentou novamente contra a vida dele, tentando envenená-lo, mas também foi em vão.

Acredita-se que ele pertencia a uma família burguesa e rica, pois, depois disso, foi criado por um primo, bem mais velho, ermitão, chamado Escapilão, que o fez prosseguir os estudos em Avalon. Germano, com certeza, viveu como ermitão durante quinze anos, ao lado desse parente, em Lazy, aprendendo a doutrina de Cristo.

Decorrido esse tempo, em 531 ele foi chamado pelo bispo de Autun para trabalhar ao seu lado, sendo ordenado diácono, e três anos depois, sacerdote. Quando o bispo morreu, seu sucessor entregou a direção do mosteiro de São Sinforiano a Germano, que pela decadência ali reinante o supervisionava com certa dificuldade. Acabou deixando o posto por intrigas e pela austeridade que desejava impor às regras da comunidade.

Foi, então, para Paris, onde, pelos seus dons, principalmente o do conselho, ganhou a estima do rei Childeberto, que apreciava a sua sensatez. Em 536, o rei o convidou a ocupar o bispado de Paris, e Germano aceitou, exercendo grande influência na corte merovíngia. Nessa época, o rei Childeberto ficou gravemente enfermo, sendo curado com as orações do bispo Germano. Como agradecimento, mandou construir uma grande igreja e, bem próximo, um grande convento, que mais tarde se tornou o famoso Seminário de Paris, centro avançado de estudo eclesiástico e de vida monástica.

Germano participou, ainda, de alguns importantes acontecimentos da Igreja da França: do concilio de Tours, em 567, e dos concílios de Paris, inclusive o de 573, e a consagração do bispo Félix de Bourges em 570.

Entrementes não eram apenas os nobres que o respeitavam, ele era amado pelo povo pobre da diocese. Germano era pródigo em caridade e esmolas, dedicando ao seu rebanho um amor incondicional. Freqüentemente, era visto apenas com sua túnica, pois o restante das roupas vestira um pobre; ficava feliz por sentir frio, mas tendo a certeza de que o pobre estava aquecido. Quando nada mais lhe restava, permanecia sentado, triste e inquieto, com fisionomia mais grave e conversação mais severa.

Assim viveu o bispo Germano de Paris, até morrer no dia 28 de maio de 576. Logo os milagres e graças começaram a acontecer e o seu culto foi autorizado pela Igreja, mantendo a data de sua morte para a celebração. Suas relíquias se encontram na majestosa igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade.

São Germano de Paris, rogai por nós!



O Senhor se lembra sempre da Aliança! . Sl 110

Ano B – Dia: 28/05/2012
Sl 110,1-2. 5-6. 9.10c (R. 5b)
R. O Senhor se lembra sempre da Aliança!
1 Eu agradeço a Deus de todo o coração
junto com todos os seus justos reunidos!
2 Que grandiosas são as obras do Senhor,
elas merecem todo o amor e admiração!

R. O Senhor se lembra sempre da Aliança!

5 Ele dá o alimento aos que o temem
e jamais esquecerá sua Aliança.
6 Ao seu povo manifesta seu poder,
dando a ele a herança das nações.

R. O Senhor se lembra sempre da Aliança!

9 Enviou libertação para o seu povo,
confirmou sua Aliança para sempre.
Seu nome é santo e é digno de respeito.
10c Permaneça eternamente o seu louvor.

R. O Senhor se lembra sempre da Aliança!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio , agora e sempre . Amém!

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