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Leitura . (Atos 3,1-10)
ANO C – DIA 03/04
Leitura dos Atos dos Apóstolos 1Pedro e João subiram ao Templo para a oração das três horas da tarde. 2Então trouxeram um homem, coxo de nascença, que costumavam colocar todos os dias na porta do Templo, chamada Formosa, a fim de que pedisse esmolas aos que entravam. 3Quando viu Pedro e João entrando no Templo, o homem pediu uma esmola. 4Os dois olharam bem para ele e Pedro disse: ‘Olha para nós!’ 5O homem fitou neles o olhar, esperando receber alguma coisa. 6Pedro então lhe disse: ’Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!’ 7E pegando-lhe a mão direita, Pedro o levantou. Na mesma hora, os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes. 8Então ele deu um pulo, ficou de pé e começou a andar. E entrou no Templo junto com Pedro e João, andando, pulando e louvando a Deus. 9O povo todo viu o homem andando e louvando a Deus. 10E reconheceram que era ele que pedia esmolas, sentado na porta Formosa do Templo. E ficaram admirados e espantados com o que havia acontecido com ele. Palavra do Senhor. Graças a Deus. |
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Exulte o coração dos que buscam o Senhor. Sl 104
Ano C – Dia: 03/04/2013
Sl 104, 1-2. 3-4. 6-7. 8-9 R. Exulte o coração dos que buscam o Senhor.1 Dai graças ao Senhor, gritai seu nome, anunciai entre as nações seus grandes feitos! 2 Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas! R. Exulte o coração dos que buscam o Senhor. 3 Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! 4 Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! R. Exulte o coração dos que buscam o Senhor. 6 Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, 7 ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra. R. Exulte o coração dos que buscam o Senhor. 8 Ele sempre se recorda da Aliança, promulgada a incontáveis gerações; 9 da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu santo juramento a Isaac. R. Exulte o coração dos que buscam o Senhor. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém! |
São Xisto I
3 de abril
O imperador Trajano, no final do seu
reinado, julgou que devia diminuir a própria política de perseguição nos
combates ao cristianismo, também porque a “infâmia” de ser cristão
servia, mais freqüentemente, para resolver atritos políticos ou
familiares do que para dirimir questões religiosas.
Tal clima de “tolerância” disfarçada, que
não mudou nem mesmo os métodos e as perseguições, prosseguiu até no
governo do imperador Adriano, o qual escreveu ao procônsul da Ásia: “Se
um faz as acusações e demonstra que os cristãos estão operando contra as
leis, então a culpa deve ser punida segundo a sua gravidade. Mas se
alguém se aproveita deste pretexto para caluniar, então é este último
que deve ser punido”.
Nessa realidade, elegeu-se Xisto I, filho
de pastores romanos, que se tornou o sétimo sucessor do trono de são
Pedro, em 115. Seu governo combateu com veemência as doutrinas maléficas
dos gnósticos, ou seja, os princípios da existência seriam transmitidos
através do “conhecimento revelado” por inúmeras potências celestes, que
feriam todos os fundamentos da religião de Cristo.
A este papa deve-se a introdução de
muitas normas disciplinares de culto litúrgico. Proibiu as mulheres de
tocarem o cálice sagrado e a patena, que é o pratinho de metal, dourado
ou prateado, usado para depositar a hóstia consagrada. Instituiu o
convite aos fiéis para cantarem o sanctus junto com o celebrante,
durante a missa. Introduziu a água no rito eucarístico e determinou que a
túnica ou corporal fossem feitos de linho.
O papa Xisto I morreu durante a
perseguição do imperador Adriano, em 125. Estava próximo de Roma,
visitando a diocese de Frosinone, provavelmente onde sofreu o suplício,
pois foi enterrado na acrópole de Alatri. A sua celebração foi mantida
no dia 3 de abril, como sempre foi reverenciado pelos devotos
alatrianos, que guardam as suas relíquias na igreja da catedral da
cidade.
São Xisto I, rogai por nós!
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
sexta-feira, 29 de março de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Leitura do Livro do Profeta Isaías . (52,13 – 53,12)
12 Então, os soldados, o comandante e os guardas dos
judeus prenderam Jesus e o amarraram.
25 Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se.
Disseram-lhe:
‘Não és tu, também, um dos discípulos dele?’
Pedro negou: ‘Não!’
28 De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador.
Era de manhã cedo.
Eles mesmos não entraram no palácio,
para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa.
19,1 Então Pilatos mandou flagelar Jesus.
12 Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus.
Mas os judeus gritavam:
‘Se soltas este homem, não és amigo de César.
Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César’.
17 Jesus tomou a cruz sobre si
e saiu para o lugar chamado ‘Calvário’,
em hebraico ‘Gólgota’.
25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmó da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.
28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim,
disse: ‘Tenho sede’.
31 Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.
Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.
38 Depois disso, José de Arimatéia,
que era discípulo de Jesus
- mas às escondidas, por medo dos judeus -
pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu.
Então José veio tirar o corpo de Jesus.
Palavra da Salvação.
São Segundo de Asti
Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito. Sl 30
ANO C – DIA 29/03
1ª Leitura – Is 52,13 – 53,12
13 Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido;
sua ascensão será ao mais alto grau.
14 Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo
- tão desfigurado ele estava que não parecia
ser um homem ou ter aspecto humano -,
15 do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos.
Diante dele os reis se manterão em silêncio,
vendo algo que nunca lhes foi narrado
e conhecendo coisas que jamais ouviram.
53,1 ‘Quem de nós deu crédito ao que ouvimos?
E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor?
2 Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta
ou como raiz em terra seca.
Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos,
não tinha aparência que nos agradasse.
3 Era desprezado como o último dos mortais,
homem coberto de dores, cheio de sofrimentos;
passando por ele, tapávamos o rosto;
tão desprezível era, não fazíamos caso dele.
4 A verdade é que ele tomava sobre si nossas
enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores;
e nós pensávamos fosse um chagado,
golpeado por Deus e humilhado!
5 Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,
esmagado por causa de nossos crimes;
a punição a ele imposta era o preço da nossa paz,
e suas feridas, o preço da nossa cura.
6 Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas,
cada qual seguindo seu caminho;
e o Senhor fez recair sobre ele
o pecado de todos nós’.
7 Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca;
como cordeiro levado ao matadouro
ou como ovelha diante dos que a tosquiam,
ele não abriu a boca.
8 Foi atormentado pela angústia e foi condenado.
Quem se preocuparia com sua história de origem?
Ele foi eliminado do mundo dos vivos;
e por causa do pecado do meu povo
foi golpeado até morrer.
9 Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre
os ricos, porque ele não praticou o mal
nem se encontrou falsidade em suas palavras.
10 O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos.
Oferecendo sua vida em expiação,
ele terá descendência duradoura,
e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.
11 Por esta vida de sofrimento,
alcançará luz e uma ciência perfeita.
Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens,
carregando sobre si suas culpas.
12 Por isso, compartilharei com ele multidões
e ele repartirá suas riquezas com os valentes
seguidores, pois entregou o corpo à morte,
sendo contado como um malfeitor;
ele, na verdade, resgatava o pecado de todos
e intercedia em favor dos pecadores.
Palavra do Senhor.

Prenderam Jesus e o amarraram – Jo 18,1-19,42 1ª Leitura – Is 52,13 – 53,12
Ele foi ferido por causa de nossos pecados.Leitura do Livro do Profeta Isaías
13 Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido;
sua ascensão será ao mais alto grau.
14 Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo
- tão desfigurado ele estava que não parecia
ser um homem ou ter aspecto humano -,
15 do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos.
Diante dele os reis se manterão em silêncio,
vendo algo que nunca lhes foi narrado
e conhecendo coisas que jamais ouviram.
53,1 ‘Quem de nós deu crédito ao que ouvimos?
E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor?
2 Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta
ou como raiz em terra seca.
Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos,
não tinha aparência que nos agradasse.
3 Era desprezado como o último dos mortais,
homem coberto de dores, cheio de sofrimentos;
passando por ele, tapávamos o rosto;
tão desprezível era, não fazíamos caso dele.
4 A verdade é que ele tomava sobre si nossas
enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores;
e nós pensávamos fosse um chagado,
golpeado por Deus e humilhado!
5 Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,
esmagado por causa de nossos crimes;
a punição a ele imposta era o preço da nossa paz,
e suas feridas, o preço da nossa cura.
6 Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas,
cada qual seguindo seu caminho;
e o Senhor fez recair sobre ele
o pecado de todos nós’.
7 Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca;
como cordeiro levado ao matadouro
ou como ovelha diante dos que a tosquiam,
ele não abriu a boca.
8 Foi atormentado pela angústia e foi condenado.
Quem se preocuparia com sua história de origem?
Ele foi eliminado do mundo dos vivos;
e por causa do pecado do meu povo
foi golpeado até morrer.
9 Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre
os ricos, porque ele não praticou o mal
nem se encontrou falsidade em suas palavras.
10 O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos.
Oferecendo sua vida em expiação,
ele terá descendência duradoura,
e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.
11 Por esta vida de sofrimento,
alcançará luz e uma ciência perfeita.
Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens,
carregando sobre si suas culpas.
12 Por isso, compartilharei com ele multidões
e ele repartirá suas riquezas com os valentes
seguidores, pois entregou o corpo à morte,
sendo contado como um malfeitor;
ele, na verdade, resgatava o pecado de todos
e intercedia em favor dos pecadores.
Palavra do Senhor.

ANO C – DIA 29/03/13
Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo João 18,1-19,42
Prenderam Jesus e o amarraram.
1 Jesus saiu com os discípulos
para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.
para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.
2 Também Judas, o traidor, conhecia o lugar,
porque Jesus costumava reunir-se aí
com os seus discípulos.
porque Jesus costumava reunir-se aí
com os seus discípulos.
3 Judas levou consigo um destacamento de soldados
e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus,
e chegou ali com lanternas, tochas e armas.
e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus,
e chegou ali com lanternas, tochas e armas.
4 Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer,
saiu ao encontro deles e disse: ‘A quem procurais?’
saiu ao encontro deles e disse: ‘A quem procurais?’
5 Responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.
Ele disse: ‘Sou eu’.
Judas, o traidor, estava junto com eles.
Ele disse: ‘Sou eu’.
Judas, o traidor, estava junto com eles.
6 Quando Jesus disse: ‘Sou eu’,
eles recuaram e caíram por terra.
eles recuaram e caíram por terra.
7 De novo lhes perguntou:
‘A quem procurais?’
Eles responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.
‘A quem procurais?’
Eles responderam: ‘A Jesus, o nazareno’.
8 Jesus respondeu: ‘Já vos disse que sou eu.
Se é a mim que procurais,
então deixai que estes se retirem’.
Se é a mim que procurais,
então deixai que estes se retirem’.
9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:
‘Não perdi nenhum daqueles que me confiaste’.
‘Não perdi nenhum daqueles que me confiaste’.
10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo,
puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita.
O nome do servo era Malco.
puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita.
O nome do servo era Malco.
11 Então Jesus disse a Pedro:
‘Guarda a tua espada na bainha.
Não vou beber o cálice que o Pai me deu?’
Conduziram Jesus primeiro a Anás.‘Guarda a tua espada na bainha.
Não vou beber o cálice que o Pai me deu?’
12 Então, os soldados, o comandante e os guardas dos
judeus prenderam Jesus e o amarraram.
13 Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de
Caifás, o sumo sacerdote naquele ano.
Caifás, o sumo sacerdote naquele ano.
14 Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
‘É preferível que um só morra pelo povo’.
‘É preferível que um só morra pelo povo’.
15 Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus.
Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote
e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.
Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote
e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote.
16 Pedro ficou fora, perto da porta.
Então o outro discípulo,
que era conhecido do sumo sacerdote, saiu,
conversou com a encarregada da porta
e levou Pedro para dentro.
Então o outro discípulo,
que era conhecido do sumo sacerdote, saiu,
conversou com a encarregada da porta
e levou Pedro para dentro.
17 A criada que guardava a porta disse a Pedro:
‘Não pertences também tu aos discípulos desse homem?’
Ele respondeu: ‘Não’.
‘Não pertences também tu aos discípulos desse homem?’
Ele respondeu: ‘Não’.
18 Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira
e estavam-se aquecendo, pois fazia frio.
Pedro ficou com eles, aquecendo-se.
e estavam-se aquecendo, pois fazia frio.
Pedro ficou com eles, aquecendo-se.
19 Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus
a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.
a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.
20 Jesus lhe respondeu:
‘Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na
sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem.
Nada falei às escondidas.
‘Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na
sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem.
Nada falei às escondidas.
21 Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que
falei; eles sabem o que eu disse.’
falei; eles sabem o que eu disse.’
22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava
deu-lhe uma bofetada, dizendo:
‘É assim que respondes ao sumo sacerdote?’
deu-lhe uma bofetada, dizendo:
‘É assim que respondes ao sumo sacerdote?’
23 Respondeu-lhe Jesus: ‘Se respondi mal, mostra em quê;
mas, se falei bem, por que me bates?’
mas, se falei bem, por que me bates?’
24 Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás,
o sumo sacerdote.
Não és tu também um dos discípulos dele? Pedro negou: ‘Não!o sumo sacerdote.
25 Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se.
Disseram-lhe:
‘Não és tu, também, um dos discípulos dele?’
Pedro negou: ‘Não!’
26 Então um dos empregados do sumo sacerdote,
parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha,
disse: ‘Será que não te vi no jardim com ele?’
parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha,
disse: ‘Será que não te vi no jardim com ele?’
27 Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou.
O meu reino não é deste mundo.28 De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador.
Era de manhã cedo.
Eles mesmos não entraram no palácio,
para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa.
29 Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
‘Que acusação apresentais contra este homem?’
‘Que acusação apresentais contra este homem?’
30 Eles responderam: ‘Se não fosse malfeitor,
não o teríamos entregue a ti!’
não o teríamos entregue a ti!’
31 Pilatos disse: ‘Tomai-o vós mesmos
e julgai-o de acordo com a vossa lei.’
Os judeus lhe responderam:
‘Nós não podemos condenar ninguém à morte’.
e julgai-o de acordo com a vossa lei.’
Os judeus lhe responderam:
‘Nós não podemos condenar ninguém à morte’.
32 Assim se realizava o que Jesus tinha dito,
significando de que morte havia de morrer.
significando de que morte havia de morrer.
33 Então Pilatos entrou de novo no palácio,
chamou Jesus e perguntou-lhe:
‘Tu és o rei dos judeus?’
chamou Jesus e perguntou-lhe:
‘Tu és o rei dos judeus?’
34 Jesus respondeu:’Estás dizendo isto por ti mesmo,
ou outros te disseram isto de mim?’
ou outros te disseram isto de mim?’
35 Pilatos falou: ‘Por acaso, sou judeu?
O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim.
Que fizeste?’.
O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim.
Que fizeste?’.
36 Jesus respondeu: ‘O meu reino não é deste mundo.
Se o meu reino fosse deste mundo,
os meus guardas lutariam para que eu não
fosse entregue aos judeus.
Mas o meu reino não é daqui.’
Se o meu reino fosse deste mundo,
os meus guardas lutariam para que eu não
fosse entregue aos judeus.
Mas o meu reino não é daqui.’
37 Pilatos disse a Jesus: ‘Então tu és rei?’
Jesus respondeu: ‘Tu o dizes: eu sou rei.
Eu nasci e vim ao mundo para isto:
para dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.’
Jesus respondeu: ‘Tu o dizes: eu sou rei.
Eu nasci e vim ao mundo para isto:
para dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz.’
38 Pilatos disse a Jesus: ‘O que é a verdade?’
Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus,
e disse-lhes: ‘Eu não encontro nenhuma culpa nele.
Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus,
e disse-lhes: ‘Eu não encontro nenhuma culpa nele.
39 Mas existe entre vós um costume,
que pela Páscoa eu vos solte um preso.
Quereis que vos solte o rei dos Judeus?’
que pela Páscoa eu vos solte um preso.
Quereis que vos solte o rei dos Judeus?’
40 Então, começaram a gritar de novo:
‘Este não, mas Barrabás!’ Barrabás era um bandido.
Viva o rei dos judeus!‘Este não, mas Barrabás!’ Barrabás era um bandido.
19,1 Então Pilatos mandou flagelar Jesus.
2 Os soldados teceram uma coroa de espinhos
e colocaram-na na cabeça de Jesus.
Vestiram-no com um manto vermelho,
e colocaram-na na cabeça de Jesus.
Vestiram-no com um manto vermelho,
3 aproximavam-se dele e diziam:’Viva o rei dos judeus!’
E davam-lhe bofetadas.
E davam-lhe bofetadas.
4 Pilatos saíu de novo e disse aos judeus:
‘Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós,
para que saibais que não encontro nele crime algum.’
‘Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós,
para que saibais que não encontro nele crime algum.’
5 Então Jesus veio para fora,
trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho.
Pilatos disse-lhes: ‘Eis o homem!’
trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho.
Pilatos disse-lhes: ‘Eis o homem!’
6 Quando viram Jesus,
os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
‘Crucifica-o! Crucifica-o!’
Pilatos respondeu: ‘Levai-o vós mesmos para o
crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.’
os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
‘Crucifica-o! Crucifica-o!’
Pilatos respondeu: ‘Levai-o vós mesmos para o
crucificar, pois eu não encontro nele crime algum.’
7 Os judeus responderam: ‘Nós temos uma Lei,
e, segundo esta Lei, ele deve morrer,
porque se fez Filho de Deus’.
e, segundo esta Lei, ele deve morrer,
porque se fez Filho de Deus’.
8 Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda.
9 Entrou outra vez no palácio
e perguntou a Jesus: ‘De onde és tu?’
Jesus ficou calado.
e perguntou a Jesus: ‘De onde és tu?’
Jesus ficou calado.
10 Então Pilatos disse: ‘Não me respondes?
Não sabes que tenho autoridade para te soltar
e autoridade para te crucificar?’
Não sabes que tenho autoridade para te soltar
e autoridade para te crucificar?’
11 Jesus respondeu:
‘Tu não terias autoridade alguma sobre mim,
se ela não te fosse dada do alto.
Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.’
Fora! Fora! Crucifica-o!‘Tu não terias autoridade alguma sobre mim,
se ela não te fosse dada do alto.
Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior.’
12 Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus.
Mas os judeus gritavam:
‘Se soltas este homem, não és amigo de César.
Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César’.
13 Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe
Jesus para fora e sentou-se no tribunal,
no lugar chamado ‘Pavimento’, em hebraico ‘Gábata’.
Jesus para fora e sentou-se no tribunal,
no lugar chamado ‘Pavimento’, em hebraico ‘Gábata’.
14 Era o dia da preparação da Páscoa,
por volta do meio-dia.
Pilatos disse aos judeus: ‘Eis o vosso rei!’
por volta do meio-dia.
Pilatos disse aos judeus: ‘Eis o vosso rei!’
15 Eles, porém, gritavam: ‘Fora! Fora! Crucifica-o!’
Pilatos disse: ‘Hei de crucificar o vosso rei?’
Os sumos sacerdotes responderam:
‘Não temos outro rei senão César’.
Pilatos disse: ‘Hei de crucificar o vosso rei?’
Os sumos sacerdotes responderam:
‘Não temos outro rei senão César’.
16 Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado,
e eles o levaram.
Ali o crucificaram, com outros dois.e eles o levaram.
17 Jesus tomou a cruz sobre si
e saiu para o lugar chamado ‘Calvário’,
em hebraico ‘Gólgota’.
18 Ali o crucificaram, com outros dois:
um de cada lado, e Jesus no meio.
um de cada lado, e Jesus no meio.
19 Pilatos mandou ainda escrever um letreiro
e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
‘Jesus o Nazareno, o Rei dos Judeus’.
e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
‘Jesus o Nazareno, o Rei dos Judeus’.
20 Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em
que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade.
O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.
que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade.
O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.
21 Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a
Pilatos: ‘Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’,
mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’.’
Pilatos: ‘Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’,
mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’.’
22 Pilatos respondeu: ‘O que escrevi, está escrito’.
Repartiram entre si as minhas vestes.
23 Depois que crucificaram Jesus,
os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes,
uma parte para cada soldado.
Quanto à túnica, esta era tecida sem costura,
em peça única de alto a baixo.
os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes,
uma parte para cada soldado.
Quanto à túnica, esta era tecida sem costura,
em peça única de alto a baixo.
24 Disseram então entre si: ‘Não vamos dividir a túnica.
Tiremos a sorte para ver de quem será’.
Assim se cumpria a Escritura que diz:
‘Repartiram entre si as minhas vestes
e lançaram sorte sobre a minha túnica’.
Assim procederam os soldados.
Este é o teu filho. Esta é a tua mãe.Tiremos a sorte para ver de quem será’.
Assim se cumpria a Escritura que diz:
‘Repartiram entre si as minhas vestes
e lançaram sorte sobre a minha túnica’.
Assim procederam os soldados.
25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmó da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.
26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que
ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, este é o teu filho’.
ele amava, disse à mãe: ‘Mulher, este é o teu filho’.
27 Depois disse ao discípulo: ‘Esta é a tua mãe’.
Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.
Tudo está consumado.Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.
28 Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim,
disse: ‘Tenho sede’.
29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.
30 Ele tomou o vinagre e disse: ‘Tudo está consumado’.
E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
E logo saiu sangue e água.E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
31 Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.
Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.
32 Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e depois do outro
que foram crucificados com Jesus.
e quebraram as pernas de um e depois do outro
que foram crucificados com Jesus.
33 Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava
morto, não lhe quebraram as pernas;
morto, não lhe quebraram as pernas;
34 mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.
e logo saiu sangue e água.
35 Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é
verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade,
para que vós também acrediteis.
verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade,
para que vós também acrediteis.
36 Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura,
que diz: ‘Não quebrarão nenhum dos seus ossos’.
que diz: ‘Não quebrarão nenhum dos seus ossos’.
37 E outra Escritura ainda diz:
‘Olharão para aquele que transpassaram’.
Envolveram o corpo de Jesus com os aromas, em faixas de linho.‘Olharão para aquele que transpassaram’.
38 Depois disso, José de Arimatéia,
que era discípulo de Jesus
- mas às escondidas, por medo dos judeus -
pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu.
Então José veio tirar o corpo de Jesus.
39 Chegou também Nicodemos,
o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite.
Trouxe uns trinta quilos de perfume
feito de mirra e aloés.
o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite.
Trouxe uns trinta quilos de perfume
feito de mirra e aloés.
40 Então tomaram o corpo de Jesus
e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho,
como os judeus costumam sepultar.
e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho,
como os judeus costumam sepultar.
41 No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim
e, no jardim, um túmulo novo,
onde ainda ninguém tinha sido sepultado.
e, no jardim, um túmulo novo,
onde ainda ninguém tinha sido sepultado.
42 Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo
estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
Palavra da Salvação.

29 de março
Segundo era um soldado pagão, filho de
nobres, nascido em Asti, norte da Itália, no final do século I e
profundo admirador dos mártires cristãos, que o intrigavam pelo heroísmo
e pela fé em Cristo. Chegava a visitá-los nos cárceres de Asti,
conversando muito com todos, quantos pudesse. Consta dos registros da
Igreja, que foi assim que tomou conhecimento da Palavra de Cristo,
aprendendo especialmente com o mártir Calógero de Bréscia, com o qual se
identificou, procurando-o para conversar inúmeras vezes.
Além disso, Segundo era muito amigo do
prefeito de Asti, Saprício, e com ele viajou para Tortona, onde corria o
processo do bispo Marciano, o primeiro daquela diocese. Sem que seu
amigo político soubesse, Segundo teria estado com o mártir e este
encontro foi decisivo para a sua conversão.
Entretanto, esta só aconteceu mesmo
durante outra viagem, desta vez a Milão, onde visitou no cárcere os
cristãos Faustino e Jovita. Tudo o que se sabe dessa conversão está
envolto em muitas tradições cristãs. Os devotos dizem que Segundo teria
sido levado à prisão por um anjo, para lá receber o batismo através das
mãos daqueles mártires. A água necessária para a cerimônia teria vindo
de uma nuvem. Logo depois, uma pomba teria lhe trazido a Santa Comunhão.
Depois disso, aconteceu o prodígio mais
fascinante, narrado através dos séculos, da vida deste santo, que conta
como ele conseguiu atravessar a cavalo o Pó, sem se molhar, para levar a
Eucaristia, que lhe fora entregue por Faustino e Jovita para ser dada
ao bispo Marciano, antes do martírio. O Pó é um rio imponente, tanto nas
cheias, quanto nas baixas, minúsculo apenas no nome formado por duas
letras, possui mil e quinhentos metros cúbicos de volume d’água por
segundo, nos seiscentos e cinqüenta e dois quilômetros de extensão, um
dos mais longos da Itália.
Passado este episódio extraordinário,
Saprício, o prefeito, soube finalmente da conversão de seu amigo. Tentou
de todas as formas fazer Segundo abandonar o cristianismo, mas, não
conseguiu, mandou então que o prendessem, julgassem e depois de
torturá-lo deixou que o decapitassem. Era o dia 30 de março do ano 119.
No local do seu martírio foi erguida uma
igreja onde, num relicário de prata, se conservam as suas relíquias
mortais. Uma vida cercada de tradições, prodígios, graças e sofrimentos
foi o legado que nos deixou São Segundo de Asti, que é o padroeiro da
cidade de Asti e de Ventimilha, cujo culto é muito popular no norte da
Itália e em todo o mundo católico que o celebra no dia 29 de março.
São Segundo de Asti, rogai por nós!
Ano C – Dia: 29/03/2013
Sl 30,2.6.12-13.15-16.17.25
que eu não fique envergonhado eternamente!
6 Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,
porque vós me salvareis, ó Deus fiel!
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
12 Tornei-me o opróbrio do inimigo,
o desprezo e zombaria dos vizinhos,
e objeto de pavor para os amigos;
fogem de mim os que me vêem pela rua.
13 Os corações me esqueceram como um morto,
e tornei-me como um vaso espedaçado.
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
15 A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio,
e afirmo que só vós sois o meu Deus!
16 Eu entrego em vossas mãos o meu destino;
libertai-me do inimigo e do opressor!
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
17 Mostrai serena a vossa face ao vosso servo,
e salvai-me pela vossa compaixão!
25 Fortalecei os corações, tende coragem,
todos vós que ao Senhor vos confiais!
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!
Sl 30,2.6.12-13.15-16.17.25
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.2 Senhor, eu ponho em vós minha esperança;
que eu não fique envergonhado eternamente!
6 Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,
porque vós me salvareis, ó Deus fiel!
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
12 Tornei-me o opróbrio do inimigo,
o desprezo e zombaria dos vizinhos,
e objeto de pavor para os amigos;
fogem de mim os que me vêem pela rua.
13 Os corações me esqueceram como um morto,
e tornei-me como um vaso espedaçado.
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
15 A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio,
e afirmo que só vós sois o meu Deus!
16 Eu entrego em vossas mãos o meu destino;
libertai-me do inimigo e do opressor!
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
17 Mostrai serena a vossa face ao vosso servo,
e salvai-me pela vossa compaixão!
25 Fortalecei os corações, tende coragem,
todos vós que ao Senhor vos confiais!
R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!
domingo, 17 de março de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria! Sl 125
Palavra da Salvação.
Santa Gertrudes de Nivelles
Ano C – Dia: 17/03/2013
Sl 125,1-2ab.2cd-3.4-5.6
parecíamos sonhar;
2a encheu-se de sorriso nossa boca,
2b nossos lábios, de canções.
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
2c Entre os gentios se dizia: ‘Maravilhas
2d fez com eles o Senhor!’
3 Sim, maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
4 Mudai a nossa sorte, ó Senhor,
como torrentes no deserto.
5 Os que lançam as sementes entre lágrimas,
ceifarão com alegria.
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
6 Chorando de tristeza sairão,
espalhando suas sementes;
cantando de alegria voltarão,
carregando os seus feixes!
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!

“De agora em diante, não peques mais” – Jo 8,1-11 Sl 125,1-2ab.2cd-3.4-5.6
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,1 Quando o Senhor reconduziu nossos cativos,
exultemos de alegria!
parecíamos sonhar;
2a encheu-se de sorriso nossa boca,
2b nossos lábios, de canções.
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
2c Entre os gentios se dizia: ‘Maravilhas
2d fez com eles o Senhor!’
3 Sim, maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
4 Mudai a nossa sorte, ó Senhor,
como torrentes no deserto.
5 Os que lançam as sementes entre lágrimas,
ceifarão com alegria.
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
6 Chorando de tristeza sairão,
espalhando suas sementes;
cantando de alegria voltarão,
carregando os seus feixes!
R. Maravilhas fez conosco o Senhor,
exultemos de alegria!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!

ANO C – DIA 17/03/13
‘Quem dentre vós não tiver pecado, seja
o primeiro a atirar-lhe uma pedra.’
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 8,1-11
1 Jesus foi para o monte das Oliveiras.
2 De madrugada, voltou de novo ao Templo.
Todo o povo se reuniu em volta dele.
Sentando-se, começou a ensiná-los.
Todo o povo se reuniu em volta dele.
Sentando-se, começou a ensiná-los.
3 Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus
trouxeram uma mulher surpreendida em adultério.
Colocando-a no meio deles,
trouxeram uma mulher surpreendida em adultério.
Colocando-a no meio deles,
4 disseram a Jesus: ‘Mestre,
esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
5 Moisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres.
Que dizes tu?’
Que dizes tu?’
6 Perguntavam isso para experimentar Jesus
e para terem motivo de o acusar.
Mas Jesus, inclinando-se,
começou a escrever com o dedo no chão.
e para terem motivo de o acusar.
Mas Jesus, inclinando-se,
começou a escrever com o dedo no chão.
7 Como persistissem em interrogá-lo,
Jesus ergueu-se e disse:
‘Quem dentre vós não tiver pecado,
seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra.’
Jesus ergueu-se e disse:
‘Quem dentre vós não tiver pecado,
seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra.’
8 E tornando a inclinar-se,
continuou a escrever no chão.
continuou a escrever no chão.
9 E eles, ouvindo o que Jesus falou,
foram saindo um a um,
a começar pelos mais velhos;
e Jesus ficou sozinho,
com a mulher que estava lá, no meio do povo.
foram saindo um a um,
a começar pelos mais velhos;
e Jesus ficou sozinho,
com a mulher que estava lá, no meio do povo.
10 Então Jesus se levantou e disse:
‘Mulher, onde estão eles?
Ninguém te condenou ?’
‘Mulher, onde estão eles?
Ninguém te condenou ?’
11 Ela respondeu: ‘Ninguém, Senhor.’
Então Jesus lhe disse:’Eu também não te condeno.
Podes ir, e de agora em diante não peques mais.’
Então Jesus lhe disse:’Eu também não te condeno.
Podes ir, e de agora em diante não peques mais.’
Palavra da Salvação.
17 de março
Gertrudes nasceu no povoado de Brabante,
na cidade de Nivelles, Bélgica, no ano 626. Seu pai era Pepino de
Landen, um homem rico e influente, descendente de Carlos Magno. Sua mãe
era Ida, nobre e muito religiosa, que depois da morte do marido, fundou o
duplo mosteiro de Nivelles, masculino e feminino, dos quais foi a
abadessa até a morte. As filhas Gertrudes e Begga também fizeram os
votos e vestiram o hábito, passando a viver no mosteiro, ao seu lado.
Após a morte da abadessa, Gertrudes foi eleita a sucessora, tinha apenas
vinte anos de idade. Mas, como o poder não a atraia, delegou-o a um dos
monges, que passou a administrar ambos os mosteiros, enquanto ela ficou
apenas com o título.
Gertrudes reservou para si a tarefa de
instruir Irmãos e Irmãs, preparando-os na fé e motivando-os para a
difusão da Palavra de Cristo. Isso significava um enorme esforço de sua
parte pois viviam numa época de ignorância, e superstições. Um eclipse,
por exemplo, era considerado um fenômeno sobrenatural e motivo de alarde
para todos os camponeses, mesmo os instruídos na fé cristã.
Ela iniciou com vigor um grande processo
de reformulação de ambos os mosteiros, chamando, da Irlanda, monges
teólogos, os mais versados nas Sagradas Escrituras, para fundamentar
essa reciclagem. Empregou toda a fortuna da família, bem como utilizou
toda sua influência para esse intento. Mandou, vários emissários a Roma
para trazerem livros, não só de cunho litúrgico, ampliando muito a
biblioteca. A missão de Gertrudes se tornara uma luta para a difusão da
doutrina católica através da instrução e pôde retirar o véu da
ignorância que envolvia tanto o clero como os habitantes em geral.
Com tanta sabedoria e predisposição para a
santidade, ela adquiriu muitos dons especiais tendo visões, revelações e
graças, durante suas orações contemplativas, seguidas de jejuns e
penitências constantes. Devota de Maria e Jesus Crucificado, seus
sacrifícios eram pelas almas do purgatório, que lhe apareciam durante as
orações sob a forma de ratos negros, mas ao final se transformavam em
dourados, simbolizando sua salvação pela Misericórdia de Deus. Essas
visões ela comentava com as monjas, estimulando as preces à essas almas
abandonadas. Por isso, nas suas representações existe sempre um rato ao
seu redor. Os devotos, ainda hoje, a evoca contra as invasões de ratos e
o medo que eles provocam.
Entretanto, o que mais a destacava era a
sua profunda capacidade de compreender os anseios das almas. Por isso,
Gertrudes se revelou uma eficaz pacificadora, ao interpelar os
“senhores” locais que guerreavam entre si. Suas palavras, dotadas de
sabedoria e autoridade, traziam constrangimento à eles, que partiam para
o diálogo e conciliação.
As guerras pacificadas e o alívio ao povo
sofrido fortaleceram sua fama de santidade em vida e gerou muitas
tradições e venerações populares. Quando uma guerra era apaziguada, os
oponentes brindavam juntos com o excelente vinho daquela região. O povo
chamava a bebida de “Filtro de Santa Gertrudes”, pois segundo a crença, a
bebida era um “remédio” contra a guerra e o ódio.
Ela morreu em Nivelles, no dia 17 de
março de 659, aos trinta e três anos e o seu culto foi imediato.
Entretanto, o precioso relicário que continha seus restos mortais foi
destruído num bombardeio, em 1940, que atingiu a basílica que o
guardava. O que não diminuiu em nada sua veneração no mundo católico,
que continua festejando Santa Gertrudes nesse dia.
Santa Gertrudes de Nivelles, rogai por nós!
terça-feira, 5 de março de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Santo João José da Cruz
Recordai, Senhor, a vossa compaixão! Sl 24
Ano C – Dia: 05/03/2013
Sl 24, 4bc-5ab. 6-7. 8-9
4c e fazei-me conhecer a vossa estrada!
5a Vossa verdade me oriente e me conduza,
5b porque sois o Deus da minha salvação.
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
6 Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura
e a vossa compaixão que são eternas!
7b De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia
7c e sois bondade sem limites, ó Senhor!
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
8 O Senhor é piedade e retidão,
e reconduz ao bom caminho os pecadores.
9 Ele dirige os humildes na justiça,
e aos pobres ele ensina o seu caminho.
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
5 de março
Nasceu na ilha de Ischia com o nome de
Carlos Caetano Calosirto, aos 15 de agosto de 1654, na cidade de Ponte,
Itália, filho do nobre José e de Laura. Recebeu os ensinamentos básicos e
os alicerces religiosos frequentando os colégios dos padres
agostinianos, na própria ilha.
Aos quinze anos optou pela vida religiosa
pela grande vocação que sentia, ingressando na Ordem dos Franciscanos
descalços da Reforma de São Pedro de Alcântara, conhecidos também como
alcantarinos, pela austeridade das Regras dessa comunidade, dependentes
do convento de Santa Lucia, em Nápolis.
Tomou o nome de João José da Cruz e fez o
noviciado sob a orientação monástica do padre José Robles. Em 1671 foi
enviando com mais onze sacerdotes, dos quais ele era o mais jovem, para o
Piedimonte d’Alife para construírem um convento. Diante das
dificuldades encontradas no local não hesitou em juntar as pedras com
suas próprias mãos, depois usando cal, madeira e um enxadão fez os
alicerces. Estimulando assim os outros sacerdotes e o povo, que no
começo acharam que ele era louco, mas, percebendo que estavam errados
começaram a ajudá-lo, de modo que um grande convento foi edificado em
pouco tempo. João José da Cruz ordenou-se sacerdote em 1677.
Ao completar vinte e quatro de idade foi
nomeado mestre dos noviços e, quase ao mesmo tempo, guardião da ordem do
convento. Durante a sua permanência em Piedimonte, construiu, num local
isolado na encosta do bosque, um outro pequeno convento chamado de
“ermo”, ainda hoje meta de peregrinações, para poder rezar em retiro.
Conseguiu ainda, trabalhando de forma muito ativa e singular, construir o
convento do Granelo em Portici, também em Nápolis.
João José da Cruz era muito austero, comia
pouco, só uma vez ao dia, dormia poucas horas, tinha o hábito de se
levantar a meia noite para agradecer a Deus pelo novo dia. Tornou-se
famoso entre o povo por sua humildade e foi venerado ainda em vida pela
população por causa de sua extrema dedicação aos pobres e doentes. Fazia
questão de ser pobre na vida e na própria personalidade, como São
Francisco de Assis, seu modelo de vida.
Em 1702 foi nomeado vigário provincial da
Reforma de São Pedro de Alcântara, na Itália. Assim a Ordem, abençoada
por Deus, desceu de Norte a Sul, adquirindo um bem espiritual tão grande
que chegou ao Vaticano, o qual tornou a reunir os dois ramos dos
alcantarinos. Dessa forma o convento de Santa Lúcia voltou para os
padres italianos e João Jose da Cruz retornou para lá. Nele viveu mais
doze anos na santa austeridade e, segundo os registros da Igreja e a
tradição, realizando prodígios e curas para seus amados pobres e
doentes. Morreu no dia 05 de março 1734, sendo sepultado nesse mesmo
convento.
Foi beatificado pelo papa Gregório XVI, em
1839. As relíquias de São João José da Cruz, foram transferidas para o
convento franciscano da ilha de Ischia, onde nasceu, e é venerado no dia
se sua morte.
Santo João José da Cruz, rogai por nós!
Sl 24, 4bc-5ab. 6-7. 8-9
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!4b Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,
4c e fazei-me conhecer a vossa estrada!
5a Vossa verdade me oriente e me conduza,
5b porque sois o Deus da minha salvação.
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
6 Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura
e a vossa compaixão que são eternas!
7b De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia
7c e sois bondade sem limites, ó Senhor!
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
8 O Senhor é piedade e retidão,
e reconduz ao bom caminho os pecadores.
9 Ele dirige os humildes na justiça,
e aos pobres ele ensina o seu caminho.
R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Ser misericordioso – Lc 6,36-38
Ano C – Dia: 25/02/2013
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 6,36-38
Disse Jesus aos seus discípulos:
36 Sede misericordiosos,
como também o vosso Pai é misericordioso.
37 Não julgueis e não sereis julgados;
não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados.
38 Dai e vos será dado.
Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos.’ Palavra da Salvação. |
|
Leitura da Profecia de Daniel . (9, 4b-10)
ANO C – DIA 25/02
1ª Leitura – Dn 9, 4b-10 Pecamos, temos praticado a injustiça e a impiedade.Leitura da Profecia de Daniel 9, 4b-10 4b ‘Eu te suplico, Senhor, Deus grande e terrível, que preservas a aliança e a benevolência aos que te amam e cumprem teus mandamentos; 5 temos pecado, temos praticado a injustiça e a impiedade, temos sido rebeldes, afastando-nos de teus mandamentos e de tua lei; 6 não temos prestado ouvidos a teus servos, os profetas, que, em teu nome, falaram a nossos reis e príncipes, a nossos antepassados e a todo o povo do país. 7 A ti, Senhor, convém a justiça; e a nós, hoje, resta-nos ter vergonha no rosto: seja ao homem de Judá, aos habitantes de Jerusalém e a todo Israel, seja aos que moram perto e aos que moram longe, de todos os países, para onde os escorraçaste por causa das infidelidades cometidas contra ti. 8 A nós, Senhor, resta-nos ter vergonha no rosto: a nossos reis e príncipes, e a nossos antepassados, pois que pecamos contra ti; 9 mas a ti, Senhor, nosso Deus, cabe misericórdia e perdão, pois nos temos rebelado contra ti, 10 e não ouvimos a voz do Senhor, nosso Deus, indicando-nos o caminho de sua lei, que nos propôs mediante seus servos, os profetas. Palavra do Senhor. |
|
O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas. Sl 78
Ano C – Dia: 25/02/2013
Sl 78, 8. 9. 11. 13 (R. 102,10a) R. O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas8Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo. R. O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas 9 Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados! R. O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas 11 Até vós chegue o gemido dos cativos: libertai com vosso braço poderoso os que foram condenados a morrer! R. O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas 13 Quanto a nós, vosso rebanho e vosso povo, celebraremos vosso nome para sempre, de geração em geração vos louvaremos. R. O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém! |
Santa Valburga
25 de fevereiro
Valburga nasceu em Devonshire, na Inglaterra meridional em 710. Era uma
princesa dos Kents, cristãos que desde o século III se sucediam no
trono. Ela viveu cercada de nobreza e santidade. Seus parentes eram
reverenciados nos tronos reais, mas muitos preferiram trilhar o caminho
da santidade e foram elevados ao altar pela Igreja, como seu pai, são
Ricardo e os irmãos Vilibaldo e Vunibaldo.
Valburga tinha completado dez anos quando
seu pai entregou o trono ao sobrinho, que tinha atingido a maioridade e
levou a família para viver num mosteiro. Poucos meses depois, o rei e os
dois filhos partiram em peregrinação para Jerusalém, enquanto ela foi
confiada à abadessa de Wimburn. Dois anos depois seu pai morreu em Luca,
Itália. Assim ela ficou no mosteiro onde se fez monja e se formou.
Depois escreveu a vida de Vunibaldo e a narrativa das viagens de
Vilibaldo pela Palestina, pois ambos já eram sacerdotes.
Em 748, foi enviada por sua abadessa à
Alemanha, junto com outras religiosas, para fundar e implantar mosteiros
e escolas entre populações recém-convertidas. Na viagem, uma grande
tempestade foi aplacada pelas preces de Valburga, por ela Deus já
operava milagres. Naquele país, foi recebida e apoiada pelo bispo
Bonifácio, seu tio, que consolidava um grande trabalho de evangelização,
auxiliado pelos sobrinhos missionários.
Designou a sobrinha para a diocese de
Eichestat onde Vunibaldo que havia construído um mosteiro em Heidenheim e
tinha projeto para um feminino na mesma localidade. Ambos concluíram o
novo mosteiro e Valburga eleita a abadessa. Após a morte do irmão, ela
passou a dirigir os dois mosteiros, função que exerceu durante dezessete
anos. Nessa época transpareceu a sua santidade nos exemplos de sua
mortificação, bem como no seu amor ao silêncio e na sua devoção ao
Senhor. As obras assistenciais executadas pelos seus religiosos fizeram
destes mosteiros os mais famosos e procurados de toda a região.
Valburga se entregou a Deus de tal forma
que os prodígios aconteciam com freqüência. Os mais citados são: o de
uma luz sobrenatural que envolveu sua cela enquanto rezava, presenciada
por todas as outras religiosas e o da cura da filha de um barão, depois
de uma noite de orações ao seu lado.
Morreu no dia 25 de fevereiro de 779 e seu
corpo foi enterrado no mosteiro de Heidenheim, onde permaneceu por
oitenta anos. Mas, ao ser trasladado para a igreja de Eichestat, quando
de sua canonização, em 893, o seu corpo foi encontrado ainda intacto.
Além disso, das pedras do sepulcro brotava um fluído de aroma suave,
como um óleo fino, fato que se repetiu sob o altar da igreja onde o
corpo foi colocado.
Nesta mesma cerimônia, algumas relíquias
da Santa foram enviadas para a França do Norte, onde o rei Carlos III, o
Simples, havia construído no seu palácio de Atinhy, uma igreja dedicada
a Santa Valburga. O seu culto, em 25 de fevereiro, se espalhou rápido,
porque o óleo continuou brotando. Atualmente é recolhido em concha de
prata e guardado em garrafinhas distribuídas para o mundo inteiro. Os
devotos afirmam que opera milagres.
Santa Valburga, rogai por nós!
|
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Leitura da Primeira Carta de São Pedro . (5,1-4)
Pedro reconhece o Filho de Deus – Mt 16,13-19
13 Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe
e ali perguntou aos seus discípulos:
“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
14 Eles responderam:
“Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias;
Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
15 Então Jesus lhes perguntou:
“E vós, quem dizeis que eu sou?”
16 Simão Pedro respondeu:
“Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
17 Respondendo, Jesus lhe disse:
“Feliz es tu, Simão, filho de Jonas,
porque não foi um ser humano que te revelou isso,
mas o meu Pai que está no céu.
18 Por isso eu te digo que tu és Pedro,
e sobre esta pedra construirei a minha Igreja,
e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.
19 Eu te darei as chaves do Reino dos Céus:
tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus;
tudo o que tu desligares na terra
será desligado nos céus”.
Palavra da Salvação.
Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!. Sl 137
Ano C – Dia: 22/02/2013
1ª Leitura – 1Pd 5,1-4
Caríssimos:
1 Exorto aos presbíteros que estão entre vós,
eu, presbítero como eles,
testemunha dos sofrimentos de Cristo
e participante da glória que será revelada:
2 Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós;
cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso;
não por torpe ganância, mas livremente;
3 não como dominadores daqueles que vos foram confiados,
mas antes, como modelos do rebanho.
4 Assim, quando aparecer o pastor supremo,
recebereis a coroa permanente da glória.
Palavra do Senhor.

Santa Margarida de Cortona 1ª Leitura – 1Pd 5,1-4
Eu, presbítero como eles,Leitura da Primeira Carta de São Pedro 5,1-4
testemunha dos sofrimentos de Cristo.
Caríssimos:
1 Exorto aos presbíteros que estão entre vós,
eu, presbítero como eles,
testemunha dos sofrimentos de Cristo
e participante da glória que será revelada:
2 Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós;
cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso;
não por torpe ganância, mas livremente;
3 não como dominadores daqueles que vos foram confiados,
mas antes, como modelos do rebanho.
4 Assim, quando aparecer o pastor supremo,
recebereis a coroa permanente da glória.
Palavra do Senhor.

22 de fevereiro
A penitência marcou a vida de Margarida que nasceu em 1247, em Alviano,
Itália. Foi por causa de sua juventude, período em que experimentou
todos os prazeres de uma vida voltada para as diversões mais
irresponsáveis.
Margarida ficou órfã de mãe, quando ainda
era muito criança. O pai se casou de novo e a pequena menina passou a
sofrer duramente nas mãos da madrasta. Sem apoio familiar, ela cresceu
em meio a toda sorte de desordens, luxos e prazeres. No início da
adolescência se tornou amante de um nobre muito rico e passou a
desfrutar de sua fortuna e das diversões mundanas.
Um dia, porém, o homem foi vistoriar
alguns terrenos dos quais era proprietário e foi assassinado. Margarida
só descobriu o corpo, alguns dias depois, levada misteriosamente até ele
pela cachorrinha de estimação que acompanhara o nobre na viagem.
Naquele momento, a moça teve o lampejo do arrependimento. Percebeu a
inutilidade da vida que levava e voltou para a casa paterna, onde
pretendia passar o resto da vida na penitência.
Para mostrar publicamente sua mudança de
vida, compareceu à missa com uma corda amarrada ao pescoço e pediu
desculpas a todos pelos excessos da sua vida passada. Só que essa
atitude encheu sua madrasta de inveja, que fez com que ela fosse expulsa
da paróquia. Margarida sofreu muito com isso e chegou a pensar em
retomar sua vida de luxuria e riqueza. No entanto, com firmeza conseguiu
se manter dentro da decisão religiosa, procurando os franciscanos de
Cortona e conseguindo ser aceita na Ordem Terceira.
Para ser definitivamente incorporada à
Ordem teria que passar por três anos de provação. Foi nesta época que
ela se infligiu as mais severas penitências, que foram vistas como
extravagantes, relatadas nos antigos escritos, onde se lê também que a
atitude foi tomada para evitar as tentações do demônio. Seus superiores
passaram a orienta-la e isso a impediu de cometer excessos nas
penitências.
Aos vinte e três anos Margarida de
Cortona, como passou a ser chamada, foi premiada com várias experiências
de religiosidade que foram presenciadas e comprovadas pelos seus
orientadores espirituais franciscanos. Recebeu visitas do anjo da
guarda, teve visões, revelações e mesmo aparições de Jesus, com quem
conversava com freqüência durante suas orações contemplativas.
Ela percebeu que o momento de sua morte se
aproximava e foi ao encontro de Jesus serenamente, no dia 22 de
fevereiro de 1297. Margarida de Cortona foi canonizada pelo Papa Bento
XIII em 1728 e o dia de sua morte indicado para a sua veneração
litúrgica.
Santa Margarida de Cortona, rogai por nós!

Ano C – Dia: 22/02/2013
Tu és Pedro e eu te darei as
chaves do Reino dos Céus.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,13-19
e ali perguntou aos seus discípulos:
“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
14 Eles responderam:
“Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias;
Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
15 Então Jesus lhes perguntou:
“E vós, quem dizeis que eu sou?”
16 Simão Pedro respondeu:
“Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
17 Respondendo, Jesus lhe disse:
“Feliz es tu, Simão, filho de Jonas,
porque não foi um ser humano que te revelou isso,
mas o meu Pai que está no céu.
18 Por isso eu te digo que tu és Pedro,
e sobre esta pedra construirei a minha Igreja,
e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.
19 Eu te darei as chaves do Reino dos Céus:
tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus;
tudo o que tu desligares na terra
será desligado nos céus”.
Palavra da Salvação.
Ano C – Dia: 21/02/2013
Sl 137, 1-2a. 2bc-3. 7c-8
porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
2a e ante o vosso templo vou prostrar-me.
R. Naquele dia em que gritei,
vós me escutastes, ó Senhor!.
2b Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
2c porque fizestes muito mais que prometestes;
3 naquele dia em que gritei, vós me escutastes
e aumentastes o vigor da minha alma.
R. Naquele dia em que gritei,
vós me escutastes, ó Senhor!.
7c estendereis o vosso braço em meu auxílio
e havereis de me salvar com vossa destra.
8 Completai em mim a obra começada;
ó Senhor, vossa bondade é para sempre!
Eu vos peço: não deixeis inacabada
esta obra que fizeram vossas mãos!
R. Naquele dia em que gritei,
vós me escutastes, ó Senhor!.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!

Sl 137, 1-2a. 2bc-3. 7c-8
R. Naquele dia em que gritei,1 Ó Senhor, de coração eu vos dou graças,
vós me escutastes, ó Senhor!.
porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
2a e ante o vosso templo vou prostrar-me.
R. Naquele dia em que gritei,
vós me escutastes, ó Senhor!.
2b Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
2c porque fizestes muito mais que prometestes;
3 naquele dia em que gritei, vós me escutastes
e aumentastes o vigor da minha alma.
R. Naquele dia em que gritei,
vós me escutastes, ó Senhor!.
7c estendereis o vosso braço em meu auxílio
e havereis de me salvar com vossa destra.
8 Completai em mim a obra começada;
ó Senhor, vossa bondade é para sempre!
Eu vos peço: não deixeis inacabada
esta obra que fizeram vossas mãos!
R. Naquele dia em que gritei,
vós me escutastes, ó Senhor!.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido! Sl 50
Palavra da Salvação.
Santo Euquério
Leitura da Profecia de Jonas . (3,1-10)
Ano C – Dia: 20/02/2013
1ª Leitura – Jn 3,1-10
1 A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas,
pela segunda vez:
2 ‘Levanta-te
e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive
e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar’.
3 Jonas pôs-se a caminho de Nínive,
conforme a ordem do Senhor.
Ora, Nínive era uma cidade muito grande;
eram necessários três dias para ser atravessada.
4 Jonas entrou na cidade,
percorrendo o caminho de um dia;
pregava ao povo, dizendo:
‘Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída.’
5 Os ninivitas acreditaram em Deus;
aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos,
desde o superior ao inferior.
6 A pregação chegara aos ouvidos do rei de Nínive;
ele levantou-se do trono e pôs de lado o manto real,
vestiu-se de saco e sentou-se em cima de cinza.
7 Em seguida, fez proclamar, em Nínive,
como decreto do rei e dos príncipes:
‘Homens e animais bovinos e ovinos
não provarão nada!
Não comerão e não beberão água.
8 Homens e animais se cobrirão de sacos,
e os homens rezarão a Deus com força;
cada um deve afastar-se do mau caminho
e de suas práticas perversas.
9 Deus talvez volte atrás,
para perdoar-nos e aplacar sua ira,
e assim não venhamos a perecer.’
10 Vendo Deus as suas obras de conversão
e que os ninivitas se afastavam do mau caminho,
compadeceu-se e suspendeu o mal,
que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez.
Palavra do Senhor.
Ano C – Dia: 20/02/2013
Sl 50, 3-4, 12-13. 18-19
Na imensidão de vosso amor, purificai-me!
4 Lavai-me todo inteiro do pecado,
e apagai completamente a minha culpa!
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!
12 Criai em mim um coração que seja puro,
dai-me de novo um espírito decidido.
13 Ó Senhor, não me afasteis de vossa face,
nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!
18 Pois não são de vosso agrado os sacrifícios,
e, se oferto um holocausto, o rejeitais.
19 Meu sacrifício é minha alma penitente,
não desprezeis um coração arrependido!
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!

Jesus é o grande sinal – Lc 11,29-32 Sl 50, 3-4, 12-13. 18-19
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!3 Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia!
Na imensidão de vosso amor, purificai-me!
4 Lavai-me todo inteiro do pecado,
e apagai completamente a minha culpa!
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!
12 Criai em mim um coração que seja puro,
dai-me de novo um espírito decidido.
13 Ó Senhor, não me afasteis de vossa face,
nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!
18 Pois não são de vosso agrado os sacrifícios,
e, se oferto um holocausto, o rejeitais.
19 Meu sacrifício é minha alma penitente,
não desprezeis um coração arrependido!
R. Ó Senhor, não desprezeis um coração arrependido!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre. Amém!
Ano C – Dia: 20/02/2013
Nenhum sinal será dado a esta geração
a não ser o sinal de Jonas.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 11,29-32
29 Quando as multidões se reuniram em grande quantidade,
Jesus começou a dizer:
‘Esta geração é uma geração má.
Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado,
a não ser o sinal de Jonas.
Jesus começou a dizer:
‘Esta geração é uma geração má.
Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado,
a não ser o sinal de Jonas.
30 Com efeito, assim como Jonas
foi um sinal para os ninivitas,
assim também será o Filho do Homem para esta geração.
foi um sinal para os ninivitas,
assim também será o Filho do Homem para esta geração.
31 No dia do julgamento,
a rainha do Sul se levantará
juntamente com os homens desta geração,
e os condenará.
Porque ela veio de uma terra distante
para ouvir a sabedoria de Salomão.
E aqui está quem é maior do que Salomão.
a rainha do Sul se levantará
juntamente com os homens desta geração,
e os condenará.
Porque ela veio de uma terra distante
para ouvir a sabedoria de Salomão.
E aqui está quem é maior do que Salomão.
32 No dia do julgamento, os ninivitas
se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão.
Porque eles se converteram
quando ouviram a pregação de Jonas.
E aqui está quem é maior do que Jonas.’
se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão.
Porque eles se converteram
quando ouviram a pregação de Jonas.
E aqui está quem é maior do que Jonas.’
Palavra da Salvação.
20 de fevereiro
O bispo francês Euquério foi um grande defensor da Igreja em seu tempo.
Defensor não só de seus conceitos e dogmas, mas também dos seus bens,
que tanto atraíam os poderosos.
Euquério nasceu em Órleans, na França, e
recebeu disciplina e educação cristã desde o berço. Assim que a idade o
permitiu, entrou para o mosteiro de Lumièges, às margens do rio Sena.
Seus sete anos de atuação ali foram marcados pela autopenitência que, de
tão severa, chegava a lembrar os monges eremitas do Oriente. Esse
período fez dele o candidato natural à sucessão do bispo de sua cidade
natal. Humilde, Euquério tentou recusar, mas foram tantos os pedidos de
seus irmãos de hábito e do povo em geral, que acabou aceitando.
Seu bispado foi marcado pelo respeito às
tradições e à disciplina. Euquério chegou a enfrentar o rei francês
Carlos Martel, que pretendia se apossar de bens da Igreja, dirigindo-lhe
censuras graves, como faria a qualquer outra ovelha de seu rebanho, se
fosse necessário. O rei, apesar de precisar dos bens para aumentar as
finanças e continuar a guerra contra os sarracenos muçulmanos, deixou de
lado sua intenção. Entretanto, tramou a transferência do bispo, para
afastá-lo de sua querida cidade de Órleans.
Euquério foi transferido para Colônia, na
Alemanha, aonde também conquistou o respeito e o carinho do povo e do
clero. Então o vingativo rei conseguiu que fosse mandado para mais
longe, Liège. Ele viveu seis anos no exílio e passou seus últimos dias
no convento de São Trondom. O bispo Euquério morreu no dia 20 de
fevereiro de 738 e suas relíquias permaneceram guardadas na igreja desse
convento, na diocese de Mastrichiti. O seu culto se perpetua pela
devoção dos fiéis tanto na França, quanto na Alemanha e em todo o mundo
cristão. Sua festa litúrgica se dá no dia de sua morte.
Santo Euquério, rogai por nós!
Leitura da Profecia de Jonas . (3,1-10)
Ano C – Dia: 20/02/2013
1ª Leitura – Jn 3,1-10
Os ninivitas se afastavam do mau caminho.Leitura da Profecia de Jonas 3,1-10
1 A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas,
pela segunda vez:
2 ‘Levanta-te
e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive
e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar’.
3 Jonas pôs-se a caminho de Nínive,
conforme a ordem do Senhor.
Ora, Nínive era uma cidade muito grande;
eram necessários três dias para ser atravessada.
4 Jonas entrou na cidade,
percorrendo o caminho de um dia;
pregava ao povo, dizendo:
‘Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída.’
5 Os ninivitas acreditaram em Deus;
aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos,
desde o superior ao inferior.
6 A pregação chegara aos ouvidos do rei de Nínive;
ele levantou-se do trono e pôs de lado o manto real,
vestiu-se de saco e sentou-se em cima de cinza.
7 Em seguida, fez proclamar, em Nínive,
como decreto do rei e dos príncipes:
‘Homens e animais bovinos e ovinos
não provarão nada!
Não comerão e não beberão água.
8 Homens e animais se cobrirão de sacos,
e os homens rezarão a Deus com força;
cada um deve afastar-se do mau caminho
e de suas práticas perversas.
9 Deus talvez volte atrás,
para perdoar-nos e aplacar sua ira,
e assim não venhamos a perecer.’
10 Vendo Deus as suas obras de conversão
e que os ninivitas se afastavam do mau caminho,
compadeceu-se e suspendeu o mal,
que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez.
Palavra do Senhor.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Leitura da Carta aos Hebreus . (13,1-8)
14 O rei Herodes ouviu falar de Jesus,
cujo nome se tinha tornado muito conhecido.
Alguns diziam: ‘João Batista ressuscitou dos mortos.
Por isso os poderes agem nesse homem.’
15 Outros diziam: ‘É Elias.’
Outros ainda diziam:
‘É um profeta como um dos profetas.’
16 Ouvindo isto, Herodes disse:
‘Ele é João Batista.
Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!’
17 Herodes tinha mandado prender João,
e colocá-lo acorrentado na prisão.
Fez isso por causa de Herodíades,
mulher do seu irmão Filipe,
com quem se tinha casado.
18 João dizia a Herodes:
‘Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão.’
19 Por isso Herodíades o odiava
e queria matá-lo, mas não podia.
20 Com efeito, Herodes tinha medo de João,
pois sabia que ele era justo e santo,
e por isso o protegia.
Gostava de ouvi-lo,
embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21 Finalmente, chegou o dia oportuno.
Era o aniversário de Herodes,
e ele fez um grande banquete para os grandes da corte,
os oficiais e os cidadãos importantes da Galiléia.
22 A filha de Herodíades entrou e dançou,
agradando a Herodes e seus convidados.
Então o rei disse à moça:
‘Pede-me o que quiseres e eu to darei.’
23 E lhe jurou dizendo:
‘Eu te darei qualquer coisa que me pedires,
ainda que seja a metade do meu reino.’
24 Ela saiu e perguntou à mãe:
‘O que vou pedir?’
A mãe respondeu:
‘A cabeça de João Batista.’
25 E, voltando depressa para junto do rei, pediu:
‘Quero que me dês agora, num prato,
a cabeça de João Batista.’
26 O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar.
Ele tinha feito o juramento diante dos convidados.
27 Imediatamente, o rei mandou
que um soldado fosse buscar a cabeça de João.
O soldado saiu, degolou-o na prisão,
28 trouxe a cabeça num prato e a deu à moça.
Ela a entregou à sua mãe.
29 Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá,
levaram o cadáver e o sepultaram.
Palavra da Salvação.
Santo Jerônimo Emiliano
Ano C – Dia: 08/02/2013
1ª Leitura – Hb 13,1-8
Irmãos:
1 Perseverai no amor fraterno.
2 Não esqueçais a hospitalidade; pois, graças a ela,
alguns hospedaram anjos, sem o perceber.
3 Lembrai-vos dos prisioneiros,
como se estivésseis presos com eles,
e dos que são maltratados,
pois também vós tendes um corpo!
4 O matrimônio seja honrado por todos
e o leito conjugal, sem mancha;
porque Deus julgará os imorais e adúlteros.
5 Que o amor ao dinheiro não inspire a vossa conduta.
Contentai-vos com o que tendes,
porque ele próprio disse:
‘Eu nunca te deixarei, jamais te abandonarei’.
6 De modo que podemos dizer, com ousadia:
‘O Senhor é meu auxílio, jamais temerei;
que poderá fazer-me o homem?’
7 Lembrai-vos de vossos dirigentes,
que vos pregaram a palavra de Deus,
e considerando o fim de sua vida, imitai-lhes a fé.
8 Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hoje
e por toda a eternidade.
Palavra do Senhor.

Martírio de João Batista – Mc 6,14-29 1ª Leitura – Hb 13,1-8
Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hojeLeitura da Carta aos Hebreus 13,1-8
e por toda a eternidade.
Irmãos:
1 Perseverai no amor fraterno.
2 Não esqueçais a hospitalidade; pois, graças a ela,
alguns hospedaram anjos, sem o perceber.
3 Lembrai-vos dos prisioneiros,
como se estivésseis presos com eles,
e dos que são maltratados,
pois também vós tendes um corpo!
4 O matrimônio seja honrado por todos
e o leito conjugal, sem mancha;
porque Deus julgará os imorais e adúlteros.
5 Que o amor ao dinheiro não inspire a vossa conduta.
Contentai-vos com o que tendes,
porque ele próprio disse:
‘Eu nunca te deixarei, jamais te abandonarei’.
6 De modo que podemos dizer, com ousadia:
‘O Senhor é meu auxílio, jamais temerei;
que poderá fazer-me o homem?’
7 Lembrai-vos de vossos dirigentes,
que vos pregaram a palavra de Deus,
e considerando o fim de sua vida, imitai-lhes a fé.
8 Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hoje
e por toda a eternidade.
Palavra do Senhor.

Ano C – Dia: 08/02/2013
É João Batista a quem mandei cortar a cabeça, que ressuscitou.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 6,14-29
cujo nome se tinha tornado muito conhecido.
Alguns diziam: ‘João Batista ressuscitou dos mortos.
Por isso os poderes agem nesse homem.’
15 Outros diziam: ‘É Elias.’
Outros ainda diziam:
‘É um profeta como um dos profetas.’
16 Ouvindo isto, Herodes disse:
‘Ele é João Batista.
Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!’
17 Herodes tinha mandado prender João,
e colocá-lo acorrentado na prisão.
Fez isso por causa de Herodíades,
mulher do seu irmão Filipe,
com quem se tinha casado.
18 João dizia a Herodes:
‘Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão.’
19 Por isso Herodíades o odiava
e queria matá-lo, mas não podia.
20 Com efeito, Herodes tinha medo de João,
pois sabia que ele era justo e santo,
e por isso o protegia.
Gostava de ouvi-lo,
embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21 Finalmente, chegou o dia oportuno.
Era o aniversário de Herodes,
e ele fez um grande banquete para os grandes da corte,
os oficiais e os cidadãos importantes da Galiléia.
22 A filha de Herodíades entrou e dançou,
agradando a Herodes e seus convidados.
Então o rei disse à moça:
‘Pede-me o que quiseres e eu to darei.’
23 E lhe jurou dizendo:
‘Eu te darei qualquer coisa que me pedires,
ainda que seja a metade do meu reino.’
24 Ela saiu e perguntou à mãe:
‘O que vou pedir?’
A mãe respondeu:
‘A cabeça de João Batista.’
25 E, voltando depressa para junto do rei, pediu:
‘Quero que me dês agora, num prato,
a cabeça de João Batista.’
26 O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar.
Ele tinha feito o juramento diante dos convidados.
27 Imediatamente, o rei mandou
que um soldado fosse buscar a cabeça de João.
O soldado saiu, degolou-o na prisão,
28 trouxe a cabeça num prato e a deu à moça.
Ela a entregou à sua mãe.
29 Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá,
levaram o cadáver e o sepultaram.
Palavra da Salvação.

8 de fevereiro
Jerônimo Emiliani, de nobre família, nasceu em Veneza, Itália, em 1486.
Sua juventude foi bastante tumultuada, com comportamentos mundanos e
desregrados. Desde os quinze anos serviu como soldado e durante muito
tempo foi mantido como prisioneiro pelo exército imperial de Treviso.
Neste período, ele foi envolvido numa forte experiência de conversão.
Atormentado pela memória de seus pecados, reconheceu em Cristo
Crucificado o amor misericordioso do Pai.
Quando saiu em liberdade, se desfez de
toda a fortuna e se consagrou a uma missão muito especial, baseada na
revelação da paternidade divina: compartilhar e viver em comunidade com
os órfãos, os pobres e os doentes. Assim, em 1531 fundou um instituto de
religiosos na cidade de Somasca, Itália. Logo foram chamados de “padres
Somascos”. Jerônimo Emiliani permaneceu leigo e dedicou sua existência a
Deus e à caridade. Seus trabalhos solidários se estendiam aos doentes e
miseráveis como também as crianças órfãs e às prostitutas.
A motivação da sua vida espiritual foi o
desejo de devolver a Igreja ao estado de santidade das primeiras
comunidades cristãs. Este mesmo ideal determinou o modo de organizar a
vida das casas que acolhiam os órfãos. O grupo religioso se destacou por
proporcionar educação gratuita aos menores abandonados e órfãos. Dos
muitos colaboradores que se aproximaram dele, alguns tomaram a decisão
de seguir o seu estilo de vida. Assim nascia a Companhia dos Servos dos
Pobres.
Prestes a morrer, Jerônimo Emiliani
transmitiu a seus discípulos um testamento que sintetizava sua
experiência espiritual e representava, ao mesmo tempo, um itinerário de
vida cristã: “Segui o caminho do Crucificado, desprezai a iniqüidade,
amai-vos uns aos outros e servi aos pobres”.
Jerônimo Emiliani faleceu na cidade de
Somasca, Itália, no dia 8 de fevereiro de 1537, vitimado pela peste que
contraiu servindo aos doentes durante uma epidemia que se alastrou na
cidade. Apesar disso cuidou dos enfermos até os últimos momentos de sua
vida.
O papa Santo Pio V, em 1568 oficializou a
Ordem dos Religiosos de Somasca. Jerônimo Emiliani foi canonizado em
1767 e o dia 8 de Fevereiro escolhido para a sua homenagem. Em 1928, o
Papa Pio XI o declarou Padroeiro dos órfãos e das crianças abandonadas.
Santo Jerônimo Emiliano, rogai por nós!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia
Leitura da Carta aos Hebreus . (12,18-19.21-24)
Sairam para proclamar o Evangelho – Mc 6,7-13
Palavra da Salvação.
Ano C – Dia: 07/02/2013
1ª Leitura – Hb 12,18-19.21-24
Irmãos:
18 Vós não vos aproximastes de uma realidade palpável:
‘fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade,
19 som da trombeta e voz poderosa’,
que os ouvintes suplicaram não continuasse,
21 Eles ficaram tão espantados com esse espetáculo,
que Moisés disse:
‘Estou apavorado e com medo’.
22 Mas vós vos aproximastes do monte Sião
e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste;
da reunião festiva de milhões de anjos;
23 da assembléia dos primogênitos,
cujos nomes estão escritos nos céus;
de Deus, o Juiz de todos;
dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição;
24 de Jesus, mediador da nova aliança,
e da aspersão do sangue mais eloqüente que o de Abel.
Palavra do Senhor.

Santo Ricardo 1ª Leitura – Hb 12,18-19.21-24
Vós vos aproximastes do monte SiãoLeitura da Carta aos Hebreus 12,18-19.21-24
e da cidade do Deus vivo.
Irmãos:
18 Vós não vos aproximastes de uma realidade palpável:
‘fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade,
19 som da trombeta e voz poderosa’,
que os ouvintes suplicaram não continuasse,
21 Eles ficaram tão espantados com esse espetáculo,
que Moisés disse:
‘Estou apavorado e com medo’.
22 Mas vós vos aproximastes do monte Sião
e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste;
da reunião festiva de milhões de anjos;
23 da assembléia dos primogênitos,
cujos nomes estão escritos nos céus;
de Deus, o Juiz de todos;
dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição;
24 de Jesus, mediador da nova aliança,
e da aspersão do sangue mais eloqüente que o de Abel.
Palavra do Senhor.

7 de fevereiro
No século V, a rainha da Inglaterra
meridional era Sexburga, que mais tarde se tornou abadessa e uma santa
da Igreja Católica. Ela teve três filhos e duas filhas, estas, a seu
exemplo, fundaram mosteiros dedicando-se aos pobres e a Cristo. Também o
caçula Winfrido, ou Bonifácio, deixou a vida da corte para ser monge
beneditino, hoje venerado como o grande “Apóstolo da Alemanha”.
O primogênito Egberto I, assumiu o trono
em 664, mas onze anos depois morreu, deixando o sucessor ainda muito
pequeno. Foi assim que, o filho do meio, Hlother ou Ricardo I, se tornou
rei da Inglaterra e guardião da coroa do sobrinho. Em 685, empossou o
jovem rei Eadric I, que era o legítimo herdeiro da casa real dos Kents.
Ricardo deixou o palácio com os filhos
Vilibaldo, Vunibaldo e Valburga, indo morar no mosteiro de Waltham, onde
viveram sob as regras dos beneditinos. A partir daí os dados de suas
vidas são descritos pelos registros da Santa Sé.
No ano de 720,conforme uma narração de um
monge alemão, Ricardo e os dois filhos, então já monges, saíram da
Inglaterra meridional, para empreenderem uma peregrinação de penitencia e
devoção. A filha Valburga ficou no mosteiro, onde seguia a vida de
religiosa. A meta, como sempre, era Roma, onde pretendiam venerar as
relíquias dos apóstolos Pedro e Paulo. De lá queriam ir até a Terra
Santa.
Atravessaram toda a França, mas quando
chegaram na cidade de Luca, a viagem teve de ser interrompida porque
Ricardo ficou doente e acabou falecendo. Foi sepultado na igreja de são
Frediano em 722. Os milagres foram acontecendo em seu túmulo e o local
se tornou uma rota de devoção para os cristãos, que o chamavam de “rei,
santo”. Só Vilibaldo pôde completar o programa, porque Vunibaldo ficou
estudando em Roma até 739. Depois os dois foram recrutados pelo tio
Bonifácio, que acabara de ser elevado à condição de bispo, para a missão
evangelizadora dos povos germânicos. Por fim, à eles se juntou a irmã
Valburga, também a pedido do tio.
Sobre Ricardo, lemos no Martirológio
Romano: “Em Luca, na Toscana, a deposição de são Ricardo, rei da
Inglaterra e pai de são Vilibaldo, bispo de Eichstat , de são Vunibaldo
abade de Heidenheim e da santa Valburga, abadessa virgem.” Seu culto se
propagou graças as colaborações eficazes na obra de evangelização dos
seus filhos e do irmão.
Em Luca, uma das mais belas cidades
medievais de Florença, ele costuma ser festejado com grande veneração
pela legião de devotos que procuraram por sua intercessão e foram
atendidos por este “santo, rei dos ingleses”.
Santo Ricardo, rogai por nós!

Ano C – Dia: 07/02/2013
Começou a enviá-los.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 6,7-13
7 Jesus chamou os doze,
e começou a enviá-los dois a dois,
dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.
e começou a enviá-los dois a dois,
dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.
8 Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho,
a não ser um cajado;
nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
a não ser um cajado;
nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.
9 Mandou que andassem de sandálias
e que não levassem duas túnicas.
e que não levassem duas túnicas.
10 E Jesus disse ainda:
‘Quando entrardes numa casa,
ficai ali até vossa partida.
‘Quando entrardes numa casa,
ficai ali até vossa partida.
11 Se em algum lugar não vos receberem,
nem quiserem vos escutar, quando sairdes,
sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!’
nem quiserem vos escutar, quando sairdes,
sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!’
12 Então os doze partiram
e pregaram que todos se convertessem.
e pregaram que todos se convertessem.
13 Expulsavam muitos demônios
e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.
e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.
Palavra da Salvação.
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