sexta-feira, 18 de maio de 2012

Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia

O Senhor é o grande Rei de toda a terra. Sl 46

Ano B – Dia: 18/05/2012
R. O Senhor é o grande Rei de toda a terra.
2Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclamações de alegria!
3Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo,
o soberano que domina toda a terra.

R. O Senhor é o grande Rei de toda a terra.

4Os povos sujeitou ao nosso jugo
e colocou muitas nações aos nossos pés.
5Foi ele que escolheu a nossa herança,
a glória de Jacó, seu bem-amado.

R. O Senhor é o grande Rei de toda a terra.

6Por entre aclamações Deus se elevou,
o Senhor subiu ao toque da trombeta.
7Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa,
salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!

R. O Senhor é o grande Rei de toda a terra.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre . Amém!



Ninguém vos poderá tirar a vossa alegria . Jo 16,20-23a

 
Ano B – Dia: 18/05/2012

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 16,20-23a
Disse Jesus aos seus discípulos:

20 Em verdade, em verdade vos digo:
Vós chorareis e vos lamentareis,
mas o mundo se alegrará;
vós ficareis tristes,
mas a vossa tristeza se transformará em alegria.
21 A mulher, quando deve dar à luz,
fica angustiada porque chegou a sua hora;
mas, depois que a criança nasceu,
ela já não se lembra dos sofrimentos,
por causa da alegria de um homem ter vindo ao mundo.
22 Também vós agora sentis tristeza,
mas eu hei de ver-vos novamente
e o vosso coração se alegrará,
e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria.
23a Naquele dia, não me perguntareis mais nada.

Palavra da Salvação.



São Félix de Cantalício

 
18 de maio

Félix Porro nasceu na pequena província agrícola de Cantalício, Rieti, Itália, em 1515. Filho de uma família muito modesta de camponeses, teve de trabalhar desde a tenra idade, não podendo estudar. Na adolescência, transferiu-se para Cittaducale, para trabalhar como pastor e lavrador numa rica propriedade. Alimentava sua vocação à austeridade de vida, solidariedade ao próximo, lendo a vida dos Padres, o Evangelho e praticando a oração contemplativa, associada à penitência constante e à caridade cristã.

Aos trinta anos de idade entrou para os capuchinhos. E, em 1545, depois de completar um ano de noviciado, emitiu a profissão dos votos religiosos no pequeno convento de Monte São João. Ele pertenceu à primeira geração dos capuchinhos. Os primeiros anos de vida religiosa passou entre os conventos de Monte São João, Tívoli e Palanzana de Viterbo, para depois, no final de 1547, se transferir, definitivamente, para o convento de São Boaventura, em Roma, sede principal da Ordem, onde viveu mais quarenta anos, sendo chamado de frei Félix de Cantalício.

Nesse período, trajando um hábito velho e roto, trazendo sempre nas mãos um rosário e nas costas um grande saco, que fazia pender seu corpo cansado, ele saía, para esmolar ajuda para o convento, pelas ruas da cidade eterna. Todas as pessoas, adultos, velhos ou crianças, pobres ou ricos, o veneravam, tamanha era sua bondade e santidade. A todos e a tudo agradecia sempre com a mesma frase: “Deo Gracias”, ou seja, Graças a Deus. Mendigou antes o pão e depois, até à morte, vinho e óleo para os seus frades.

Quando já bem velhinho foi abordado por um cardeal que lhe perguntou por que não pedia aos seus superiores um merecido descanso, frei Felix foi categórico na resposta: “O soldado morre com as armas na mão e o burro com o peso do fardo. Não permita Deus que eu dê repouso ao meu corpo, que outro fim não tem senão sofrer e trabalhar”.

Em vida, foram muitos os prodígios, curas e profecias atribuídos a frei Félix, testemunhados quase só pela população: os frades não julgavam oportuno difundi-los. Mas quando ele morreu, ficaram atônitos com a imensa procissão de fiéis que desejavam se despedir do amado frei, ao qual, juntamente com o papa Xisto V, proclamavam os seus milagres e a sua santidade.

Ele vivenciou o seguimento de Jesus descrito nas constituições da Ordem, na simplicidade do seu carisma, nunca servilmente. Conviveu com muitos frades e religiosos ilustres, sendo amigo pessoal de Felipe Néri, Carlo Borromeo, hoje também santos, e do papa Xisto V, ao qual predisse o seu papado.

No dia 18 de maio de 1587, aos setenta e dois anos, depois de oito anos de sofrimentos causados por uma doença nos intestinos, e tendo uma visão da Santíssima Virgem, frei Félix deu seu último suspiro e partiu para os braços do Pai Eterno. O papa Clemente XI o canonizou em 1712. O corpo de são Félix de Cantalício repousa na igreja da Imaculada Conceição, em Roma.

São Félix de Cantalício, rogai por nós!



Leitura dos Atos dos Apóstolos 18,9-18

Ano B – Dia: 18/05/2012
Nesta cidade há um povo numeroso que me pertence.
Leitura dos Atos dos Apóstolos 18,9-18

Estando Paulo em Corinto,
9uma noite, o Senhor disse-lhe em visão:
‘Não tenhas medo; continua a falar e não te cales,

10porque eu estou contigo.
Ninguém te porá a mão para fazer mal.
Nesta cidade há um povo numeroso que me pertence.’

11Assim Paulo ficou um ano e meio entre eles,
ensinando-lhes a Palavra de Deus.

12Na época em que Galião era proncônsul na Acaia,
os judeus insurgiram-se em massa contra Paulo
e levaram-no diante do tribunal,

13dizendo: ‘Este homem induz o povo a adorar a Deus
de modo contrário à Lei.’

14Paulo ia tomar a palavra,
quando Galião falou aos judeus, dizendo:
‘Judeus, se fosse por causa de um delito
ou de uma ação criminosa,
seria justo que eu atendesse a vossa queixa.

15Mas, como é questão de palavras,
de nomes e da vossa Lei,
tratai disso vós mesmos.
Eu não quero ser juiz nessas coisas.’

16E Galião mandou-os sair do tribunal.

17Então todos agarraram Sóstenes, o chefe da sinagoga,
e espancaram-no diante do tribunal.
E Galião nem se incomodou com isso.

18Paulo permaneceu ainda vários dias em Corinto.
Despedindo-se dos irmãos, embarcou para a Síria,
em companhia de Priscila e Áquila.
Em Cencréia, Paulo rapou a cabeça
pois tinha feito uma promessa.

Palavra do Senhor.

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