quinta-feira, 21 de junho de 2012

Liturgia Diária - Evangelho, Salmo e Santo do dia

Ó justos, alegrai-vos no Senhor! . Sl 96

Ano B – Dia: 21/06/2012
Sl 96,1-2. 3-4. 5-6. 7 (R. 12a)
R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor!
1 Deus é Rei! Exulte a terra de alegria,
e as ilhas numerosas rejubilem!
2 Treva e nuvem o rodeiam no seu trono,
que se apóia na justiça e no direito.

R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor!

3 Vai um fogo caminhando à sua frente
e devora ao redor seus inimigos.
4 Seus relâmpagos clareiam toda a terra;
toda a terra ao contemplá-los estremece.

R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor!

5 As montanhas se derretem como cera
ante a face do Senhor de toda a terra;
6 e assim proclama o céu sua justiça,
todos os povos podem ver a sua glória.

R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor!

7 ‘Os que adoram as estátuas se envergonhem
e os que põem a sua glória nos seus ídolos;
aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!’

R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espirito Santo, como era no principio, agora e sempre . Amém!


Leitura do Livro do Eclesiástico . (48,1-15 (Gr. 1-14))

Ano B – Dia: 21/06/2012
Elias foi envolvido no turbilhão,
e Eliseu ficou repleto do seu espírito.
Leitura do Livro do Eclesiástico 48,1-15 (Gr. 1-14)

1O profeta Elias surgiu como um fogo,
e sua palavra queimava como uma tocha.

2Fez vir a fome sobre eles
e, no seu zelo, reduziu-os a pouca gente.

3Pela palavra do Senhor fechou o céu
e de lá fez cair fogo por três vezes.

4Ó Elias, como te tornaste glorioso por teus prodígios!
Quem poderia gloriar-se de ser semelhante a ti?

5Tu, que levantaste um homem da morte
e dos abismos, pela palavra do Senhor;

6tu, que precipitaste reis na ruína
e fizeste cair do leito homens ilustres;

7tu, que ouvistes censuras no Sinai
e decretos de vingança no Horeb.

8Tu ungiste reis, para tirar vingança,
e profetas, para te sucederem;

9tu foste arrebatado num turbilhão de fogo,
um carro de cavalos também de fogo,

10tu, nas ameaças para os tempos futuros,
foste designado para acalmar a ira do Senhor antes do furor,
para reconduzir o coração do pai ao filho,
e restabelecer as tribos de Jacó.

11Felizes os que te viram,
e os que adormeceram na tua amizade!

12Nós também, com certeza, viveremos;
mas, após a morte, não será tal o nosso nome.

13Apenas Elias foi envolvido no turbilhão,
Eliseu ficou repleto do seu espírito.
Durante a vida não temeu príncipe algum,
e ninguém o superou em poder.

14Nada havia acima de suas forças,
e, até já morto, seu corpo profetizou.

15Durante a vida realizou prodígios
e, mesmo na morte, suas obras foram maravilhosas.

Palavra do Senhor.



São Luís Gonzaga 


21 de junho

Luís nasceu no dia 9 de março de 1568, na Itália. Foi o primeiro dos sete filhos de Ferrante Gonzaga, marquês de Castiglione delle Stiviere e sobrinho do duque de Mântua. Seu pai, que servia ao rei da Espanha, sonhava ver seu herdeiro e sucessor ingressar nas fileiras daquele exército. Por isso, desde pequenino, Luís era visto vestido como soldado, marchando atrás do batalhão ao qual seu pai orgulhosamente servia.

Entretanto, Luís não desejava essa carreira, pois, ainda criança fizera voto de castidade. Quando tinha dez anos, foi enviado a Florença na qualidade de pajem de honra do grão-duque de Toscana. Posteriormente, foi à Espanha, para ser pajem do infante dom Diego, período em que aproveitou para estudar filosofia na universidade de Alcalá de Henares. Com doze anos, recebeu a primeira comunhão diretamente das mãos de Carlos Borromeu, hoje santo da Igreja.

Desejava ingressar na vida religiosa, mas seu pai demorou cerca de dois anos para convencer-se de sua vocação. Até que consentiu; mas antes de concordar definitivamente, ele enviou Luís às cortes de Ferrara, Parma e Turim, tentando fazer com que o filho se deixasse seduzir pelas honras da nobreza dessas cortes.

Luís tinha quatorze anos quando venceu as resistências do pai, renunciou ao título a que tinha direito por descendência e à herança da família e entrou para o noviciado romano dos jesuítas, sob a direção de Roberto Belarmino, o qual, depois, também foi canonizado.

Lá escolheu para si as incumbências mais humildes e o atendimento aos doentes, principalmente durante as epidemias que atingiram Roma, em 1590, esquecendo totalmente suas origens aristocráticas. Consta que, certa vez, Luís carregou nos ombros um moribundo que encontrou no caminho, levando-o ao hospital. Isso fez com que contraísse a peste que assolava a cidade.

Luís Gonzaga morreu com apenas vinte e três anos, em 21 de junho de 1591. Segundo a tradição, ainda na infância preconizara a data de sua morte, previsão que ninguém considerou por causa de sua pouca idade. Mas ele estava certo.

O papa Bento XIII, em 1726, canonizou Luís Gonzaga e proclamou-o Padroeiro da Juventude. A igreja de Santo Inácio, em Roma, guarda as suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte. Enquanto a capa que são Luís Gonzaga usava encontra-se na belíssima basílica dedicada a ele, em Castiglione delle Stiviere, sua cidade natal.

São Luíz Gonzaga, Rogai por nós!

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